A análise examinou a procura internacional nas 20 maiores cidades de Portugal, com base em dados de maio de 2026, comparando a procura tanto de habitações para venda como de imóveis para arrendamento.
A análise revelou que a procura internacional por habitações para venda representou quotas de dois dígitos em 15 das 20 maiores cidades de Portugal. No entanto, a procura interna continuou a ser a principal fonte de interesse no mercado de venda em todas as 20 cidades analisadas.
Mercado de venda
O Funchal registou a quota mais elevada de visitas internacionais a imóveis para venda, com 22 por cento, seguido de Ponta Delgada, com 20 por cento. O Porto e Lisboa registaram, respetivamente, quotas de 12 por cento e 10 por cento.
No que diz respeito aos imóveis para venda, o Reino Unido foi a principal fonte de visitas internacionais no Funchal, em Faro, em Castelo Branco, em Setúbal, em Portalegre, em Beja e em Santarém.
Os Estados Unidos ocuparam o primeiro lugar em Ponta Delgada e lideraram também as pesquisas em Aveiro, Porto, Lisboa e Coimbra.
A França ocupou o primeiro lugar em Viana do Castelo, Bragança e Leiria, tendo ainda ficado em segundo lugar em dez cidades.
Mercado de arrendamento
Os dados revelam ainda que a procura internacional por imóveis para arrendamento representou quotas de dois dígitos em 16 das 20 maiores cidades do país.
Bragança registou a maior proporção de visitas internacionais, com 20 por cento, seguida de Braga e Lisboa, ambas com 19 por cento.
O Brasil foi a principal fonte de procura internacional por imóveis para arrendamento em 14 das 20 cidades analisadas.
A Alemanha ocupou o primeiro lugar em Lisboa, Faro e Funchal, enquanto os Estados Unidos lideraram as pesquisas em Ponta Delgada e a Espanha registou a maior quota de pesquisas internacionais de arrendamento na Guarda e em Portalegre.
De acordo com a idealista, a procura interna continuou a ser a maior fonte de interesse, tanto no mercado de venda como no de arrendamento, em todas as 20 cidades analisadas.






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