De acordo com o Global House Price Index, um estudo internacional da Knight Frank — parceira da Quintela+ Penalva em Portugal “ocupa o quarto lugar no ranking global, com um aumento nominal anual de 16,5 por cento nos preços da habitação durante o primeiro trimestre de 2026, superado apenas pela Turquia (26,2 por cento), Hungria (21,4 por cento) e Macedônia do Norte (16,7 por cento).”
Atualmente, o mercado de luxo na Europa é liderado pelas cidades suíças, Lisboa e Madri, conforme revelado pelo mesmo estudo, “com aumentos entre 4,8 por cento e 6,4 por cento nos últimos 12 meses”.
Mais especificamente, Lisboa “registrou um aumento de 3,4% no mesmo período. É a quarta cidade europeia com a maior subida neste segmento e, globalmente, ocupa a 15ª posição. No último trimestre de 2025, estava em 18º lugar.”
Quando ajustado pela inflação, de acordo com o mesmo estudo, “Portugal também registrou um dos melhores desempenhos em todo o mundo, com crescimento de 13,4 por cento”.
Carlos Penalva, sócio fundador da Quintela+ Penalva, afirmou em um comunicado de imprensa que “os dados da Knight Frank confirmam uma tendência que temos observado no terreno: Portugal continua a se estabelecer como um dos mercados residenciais mais atraentes da Europa, sustentado por uma combinação de qualidade de vida, estabilidade, segurança e uma oferta imobiliária distinta”. Ele acrescenta que “Lisboa, em particular, mantém uma forte capacidade de atrair investidores e compradores internacionais de alto patrimônio líquido, consolidando sua posição entre os principais destinos no segmento residencial de primeira linha. Este desempenho demonstra não só a confiança no mercado português, mas também a maturidade e resiliência do setor, que continua a atrair demanda de alta qualidade e de longo prazo.”
A Europa está provando ser um destaque nesta fase do mercado residencial internacional. De acordo com a mesma fonte, “Os cinco mercados com maior crescimento anual de preços estão todos localizados no continente europeu, sendo Portugal um dos países a liderar essa tendência, a par da Turquia, Hungria, Macedónia do Norte e Croácia. No total, 12 mercados registraram aumentos de preços de mais de 10 por cento no ano passado.”








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