As celebrações, 109 anos depois dos acontecimentos na Cova da Iria, começam às 21h30 do dia 12 de maio com a recitação do terço na Capelinha das Aparições, seguida de procissão de velas e Celebração da Palavra no Santuário.
No dia 13 de maio, após a recitação do terço, às 9 horas, na Capelinha das Aparições, a missa terá início uma hora mais tarde, com a bênção dos doentes e a procissão do adeus no santuário.
"Esta será a primeira vez que o Patriarca de Lisboa preside a uma peregrinação aniversária na Cova da Iria desde a sua nomeação para a Sé Patriarcal, em 2023", segundo informação do santuário.
Em declarações ao jornal Voz da Fátima, propriedade do santuário, Rui Valério, 61 anos, natural do concelho de Ourém, afirmou que a peregrinação traz consigo um apelo urgente à paz mundial e um apelo aos cristãos para que estendam a mão aos outros, sobretudo aos que vivem na tristeza ou no abandono.
Os peregrinos
Até à tarde de 11 de maio, 170 grupos, num total de 7550 peregrinos, tinham sido inscritos para esta peregrinação, segundo os dados da instituição.
Dos 170 grupos, 67 são oriundos de Portugal e 103 do estrangeiro, de 30 países.
"O 'top 5' dos países estrangeiros de onde provêm mais peregrinos continua a ser: Polónia, Itália, França, Brasil e México", revelou o santuário.
Para esta peregrinação, a primeira grande celebração do ano no Santuário de Fátima, a Proteção Civil conta com cerca de 300 efectivos, 170 dos quais de 29 corporações de bombeiros da região de Lisboa e Vale do Tejo, para assistência e socorro aos peregrinos.
O destacamento da Guarda Nacional Republicana é composto por cerca de 200 efectivos por dia.









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