Acredita-se que esta iniciativa seja a primeira tentativa a nível mundial de reintroduzir tubarões criados em cativeiro no seu habitat natural. Os primeiros dados de monitorização mostram que os tubarões libertados estão a alimentar-se com sucesso e a permanecer dentro do santuário marinho, o que constitui uma prova de que a reintrodução ativa na natureza pode ajudar à recuperação das populações de tubarões em declínio.

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O programa reúne 60 aquários em 15 países, que enviam ovos viáveis de tubarão-zebra para viveiros especializados. As crias são criadas por especialistas em zootecnia qualificados antes de serem libertadas, com cerca de um metro de comprimento, num santuário de 46 000 quilómetros quadrados.

Os tubarões demoram entre cinco e 12 anos a atingir a maturidade sexual, e os investigadores esperam ver indícios de reprodução na natureza a partir de 2028.