As autoridades removeram mais de 96.000 toneladas métricas este ano, à medida que governos e empresas exploram maneiras de transformar as algas em biocombustível, fertilizantes e outros produtos comerciais, apoiando o turismo costeiro.

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Os cientistas esperam que 2026 se torne um dos maiores anos já registrados para o sargaço no Caribe, com as flores continuando a crescer à medida que o aquecimento dos mares e as águas ricas em nutrientes estimulam sua expansão. O México sediará uma conferência internacional em Cancún ainda este ano para discutir esforços coordenados de coleta, proteção de ecossistemas e novos usos comerciais das algas marinhas na região do Caribe

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