A ULS “visa estender esse serviço a um número crescente de pacientes elegíveis” e está “intensificando a promoção do programa” para aproximar os cuidados de saúde das pessoas e facilitar o acesso ao tratamento.
Essa iniciativa também “reduz a necessidade de idas regulares ao hospital apenas para pegar medicamentos, sem comprometer a segurança, a qualidade ou o monitoramento farmacoterapêutico”.
Em um comunicado à imprensa, a ULS afirmou que o programa local de dispensação de medicamentos, lançado há três meses, “já cobre mais de 60 pacientes em vários municípios na área de serviço, permitindo que eles coletem medicamentos específicos — geralmente dispensados no hospital — em uma farmácia de sua escolha”.
O programa abrange “pacientes ambulatoriais tratados na ULS de Viseu Dão-Lafões que são clinicamente estáveis e têm condições e tratamentos que se enquadram nos regulamentos atuais”, desde que desejem “ingressar voluntariamente no serviço e atender aos critérios de elegibilidade”.
Atualmente, os beneficiários incluem pacientes com doenças como artrite reumatoide, artrite psoriática, doença de Crohn, colite ulcerativa, esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica, espondilite anquilosante, hidradenite supurativa, psoríase em placas e insuficiência renal com transplante renal, bem como aqueles submetidos a certos tratamentos oncológicos.
A ULS enfatizou que a adesão ao programa “não significa uma redução no monitoramento hospitalar”, pois os serviços de farmácia da unidade de saúde “permanecem responsáveis por monitorar o paciente, garantir a continuidade e a segurança do tratamento”, além de manter a comunicação.






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