A reunião da Comissão Permanente — órgão que funciona fora do período efetivo de funcionamento da Câmara — durou três minutos e serviu apenas para votar a substituição dos deputados e a deliberação sobre a convocação do plenário da Câmara para 8 de setembro.
No dia 2 de setembro, o Chega apresentou uma moção de censura ao Governo no Parlamento intitulada “Pelo fim de um Governo sem autoridade política, incapaz de assumir responsabilidades e garantir a confiança nas instituições”, relacionada com as polémicas envolvendo o ministro Luís Neves.
Em 3 de setembro, a conferência de líderes se reuniu extraordinariamente e decidiu, por consenso, que a moção seria debatida na terça-feira, 8, entendendo que a discussão deveria ocorrer “o mais rápido possível”.
Para ser aprovada — o que implicaria a demissão do governo — a moção de censura teria que ter o voto favorável de 116 deputados, uma possibilidade já descartada, uma vez que o membro do PS anunciou que votará contra ou se absterá.







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