As gravações assistidas por IA continuarão a ser elegíveis desde que sejam, em grande parte, de autoria humana. A diretora executiva da ARIA, Annabelle Herd, afirmou que esta distinção estabelece regras claras, ao mesmo tempo que dá aos artistas margem para continuarem a utilizar a IA de forma criativa.

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As regras permitem à ARIA remover gravações inelegíveis das tabelas, alterar posições nas tabelas e retirar acreditações, ao mesmo tempo que os artistas podem contestar as exclusões. Estas alterações fazem parte de uma iniciativa mais ampla da Federação Internacional da Indústria Fonográfica. Os seus princípios permitem gravações criadas substancialmente por humanos e assistidas por IA, utilizando serviços legais, ao mesmo tempo que procuram impedir a manipulação artificial das reproduções.