O

desmatamento diminuiu 41,8% no ano passado, atingindo 3.335 quilômetros quadrados. Desde 2022, o desmatamento diminuiu 71,2%, em grande parte devido à maior fiscalização ambiental e ao aumento do investimento em agências de proteção sob o governo do presidente

Lula da Silva.

Os números mais recentes vêm do sistema de monitoramento por satélite Prodes do Brasil, operado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Pará, Mato Grosso e Amazonas foram responsáveis pela maior parte do desmatamento remanescente na Amazônia, embora o desmatamento tenha diminuído em mais

de 45% em cada estado.

Enquanto isso, a vizinha savana do Cerrado registrou seu menor desmatamento anual desde 2001, com o desmatamento caindo 48,4% em quatro anos.

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